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Prefeitura de Manaus realiza capacitação em Acolhimento e Classificação de Risco na Moura Tapajóz

Como parte das atividades do projeto Apice On (Aprimoramento e Inovação no Cuidado e Ensino em Obstetrícia e Neonatologia), a Maternidade Dr. Moura Tapajóz (MMT), da Prefeitura de Manaus, realizou nesta sexta-feira, 20/9, das 8h às 12h, capacitação em Acolhimento e Classificação de Risco (ACR). O curso foi organizado pelo Setor de Educação Continuada e Permanente da unidade e teve como público-alvo enfermeiros, técnicos de enfermagem, assistentes sociais, médicos obstetras e funcionários da recepção.

A atividade, que aconteceu no auditório da maternidade, foi conduzida pela mediadora do projeto Apice On no Estado do Amazonas, Loiana Melo, e pela enfermeira obstétrica Andreza Mendes.

Andreza Mendes destacou a importância de melhorar o processo que antes se chamava de triagem. “Agora, colocamos um profissional de Enfermagem, que tem uma capacidade clínica maior, para avaliação dos sinais e sintomas da paciente, classificando-a dentro de uma cor para que ela receba a prioridade que ela esteja clinicamente exigindo naquele momento. Isso, com certeza, melhora o atendimento às nossas mulheres, melhora a efetividade do serviço e previne a mortalidade materna e neonatal, o que é o principal objetivo da classificação de risco”, avaliou a enfermeira.

A classificação de risco serve para avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário, de acordo com a gravidade clínica, potencial de risco, agravos à saúde ou grau de sofrimento.

Segundo o protocolo, a paciente é classificada na cor vermelha como atendimento emergente, devendo ser atendida imediatamente; na cor laranja, como caso muito urgente e atendimento em 15 minutos; cor amarela para atendimento urgente, devendo a paciente ser atendida em até 60 minutos; cor verde como atendimento pouco urgente com espera de até 120 minutos; e na cor azul como não urgente e atendimento em até 240 minutos.

A mediadora do projeto Apice On no Estado do Amazonas, Loiana Melo, explicou que o acolhimento e classificação de risco está dentro da diretriz do projeto, e é uma ferramenta utilizada pela Política Nacional de Humanização (PNH), na qual o projeto está pautado.

“É uma ferramenta para organizar a porta de entrada do serviço. As mulheres chegam e são avaliadas de acordo com o risco e a vulnerabilidade apresentados, quebrando a lógica da ordem de chegada e passando a priorizar o risco. Com isso, esperamos a redução da morbimortalidade materna e neonatal, porque a mulher vai ser atendida no tempo previsto de acordo com a gravidade que ela apresenta ou não”, concluiu Loiana Melo.

Texto – Marcella Normando / Semsa

Foto – Divulgação / Semsa

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