Take a fresh look at your lifestyle.

Produção amazonense cresceu 3,7% em 2017

-publicidade-

Em dezembro de 2017, a produção industrial do Amazonas ajustada sazonalmente mostrou crescimento de 6,2% frente ao mês imediatamente anterior, após avançar em outubro (3,8%) e recuar em novembro (-3,3%). Com isso, ainda na série com ajuste sazonal, o índice de média móvel trimestral (três últimos meses) assinalou expansão de 2,2% no trimestre encerrado em dezembro de 2017 frente ao patamar do mês anterior, revertendo, dessa forma, a variação negativa de 0,2% observada em novembro último.

Na comparação com igual mês do ano anterior, o setor industrial do Amazonas apontou avanço de 10,9% em dezembro de 2017, quinta taxa positiva consecutiva neste tipo de confronto. No índice trimestral, o período outubro dezembro de 2017 (7,5%) mostrou a quarta taxa positiva seguida, com ritmo de crescimento mais intenso do que o observado ao longo do ano: 1,0% no primeiro, 2,3% no segundo e 3,8% no terceiro, todas as comparações contra iguais períodos do ano anterior. O índice acumulado de janeiro a dezembro de 2017 assinalou expansão de 3,7%, após três anos consecutivos de resultados negativos: 2014 (-3,8%), 2015 (-17,2%) e 2016 (-11,0%). A taxa anualizada, índice acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 3,2% em novembro para 3,7% em dezembro de 2017, manteve a trajetória predominantemente ascendente iniciada em junho de 2016 (-8,2%).

A produção industrial do Amazonas cresceu 10,9% em dezembro de 2017 frente a igual mês do ano anterior, com apenas quatro das dez atividades pesquisadas assinalando aumento na produção. Os setores de outros equipamentos de transporte (114,1%) e de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (34,2%) exerceram as contribuições positivas mais relevantes sobre o total da indústria, impulsionados, sobretudo, pela maior produção de motocicletas e suas peças e acessórios; e de televisores e computadores pessoais portáteis laptops, notebooks, tablets e semelhantes), respectivamente. Vale citar ainda o avanço vindo do ramo de impressão e reprodução de gravações (56,5%), explicado, principalmente, pela maior produção de discos fonográficos e de vídeo (DVD). Por outro lado, os principais impactos negativos vieram dos setores de indústrias extrativa (-18,4%) e de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-3,0%), pressionados, em grande medida, pela menor produção de gás natural e óleos brutos de petróleo, no primeiro; e de óleo diesel e gasolina automotiva, no segundo. Vale ressaltar também os recuos vindos dos setores de bebidas (-1,0%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-6,8%), influenciados, principalmente, pela menor fabricação de preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais; e de chicotes elétricos para transmissão de energia, respectivamente.

Crescimento no ano

No índice acumulado dos doze meses de 2017, o setor industrial do Amazonas cresceu 3,7% frente a igual período do ano anterior, com cinco das dez atividades investigadas assinalando crescimento na produção. O ramo de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (23,9%) exerceu a contribuição positiva mais relevante sobre o total da indústria, impulsionado, em grande parte, pela maior produção de televisores. Vale mencionar ainda os avanços vindos dos setores de máquinas e equipamentos (29,6%) e de máquinas, aparelhos e materiais elétricos (8,7%), explicados, em grande medida, pela maior produção de aparelhos de ar-condicionado de paredes, de janelas, transportáveis (inclusive os do tipo “split system”) ou para uso central, no primeiro; e de fornos de micro-ondas, conversores estáticos elétricos ou eletrônicos, disjuntores para tensão menor ou igual a 1kv e aparelhos elétricos de alarme para proteção contra roubo ou incêndio e aparelhos semelhantes, no segundo. Por outro lado, os principais impactos negativos vieram dos ramos de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-5,4%), de indústrias extrativas (-10,5%) e de bebidas (-1,8%), pressionados, especialmente, pela menor produção de óleo diesel, gasolina automotiva e gás liquefeito de petróleo; de óleos brutos de petróleo e gás natural; e de preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais, respectivamente.

-publicidade-