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Professores querem 15% de reajuste salarial e Seduc ignora pedidos

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Na manhã desta quinta-feira (28), professores estiveram fazendo manifestação em frente à sede do governo do Estado, na Avenida Brasil, bairro Compensa, Zona Oeste de Manaus. O objetivo era tentar um diálogo direto com o próprio governador Wilson Lima, que não recebeu os educadores. Os manifestantes foram atendidos pelo Chefe da Casa Civil, Leandro Benevides, para retomar negociações.

O coordenador financeiro do Sindicato dos Professores de Manaus (Asprom), Lambert Melo, explicou que o governo propõe o pagamento apenas da reposição da inflação e a categoria luta por um porcentual de 15%. Segundo ele, os professores rejeitaram a proposta. As negociações para o reajuste começaram desde janeiro, uma vez que a data-base da categoria é a partir de 1º de março.

De acordo com o relato de Lambert, ao pedir apoio dos deputados, as negociações com Luiz Castro e o titular da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) Alex Del Giglio, não chegaram a um consenso até agora. “Infelizmente as conversas têm sido muito lentas, o secretário (Luiz Castro) demorou muito para ver as novas pautas. Somente no dia 22 de março nós tivemos uma reunião com o secretário Luiz Castro e o secretário da Sefaz, quando eles nos entregaram a proposta do reajuste salarial, proposta rejeitada pela categoria, que é indigna e indecente, porque apenas faz a reposição da inflação”, afirmou. “A categoria quer 15% além da inflação, porque acreditamos que merecemos”. Lambert explicou que existem outros 20 itens na pauta de reivindicação, mas a pauta salarial é a mais importante.

Nota da Seduc

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-AM) esclarece que tem se mantido aberta ao diálogo com as representantes das categorias para apresentar as propostas e possibilidades do Governo do Amazonas em relação às reivindicações dos trabalhadores da educação do estado. Mensagem que foi reforçada na manhã desta quinta-feira (28/03), quando representantes da Assprom e Avamseg foram recebidos na Casa Civil. A Seduc-AM esclarece ainda, que as pautas das categorias apresentadas à secretaria não se encerraram com as garantias firmadas da reposição e as progressões horizontais e verticais. Todas estão sendo analisadas e poderão ser atendidas em curtos, médios e longos prazos, conforme já foi colocado aos representantes das categorias que participaram de três reuniões com o secretário de Estado de Educação, Luiz Castro. Na manhã desta quinta-feira, a Seduc-AM registrou a paralisação de 15 escolas da rede estadual de ensino na capital onde os professores decidiram participar do ato. Com informações da Aleam

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