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Professores só querem voltar à sala de aula após imunização de toda a categoria

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Em reunião com o secretário Pauderney Avelino, titular da Secretaria Municipal de Educação (SEMED) na manhã de hoje, parte da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (SINTEAM) deixou claro que a categoria só quer voltar às aulas presenciais após a imunização completa contra o coronavírus.

Pauderney tem dado declarações à imprensa de que as aulas presenciais devem ser retomadas em março ou abril. Na reunião, ele externou esse desejo, sem mencionar datas, mas recebeu o recado do sindicato.

As aulas remotas devem ser iniciadas na próxima quarta-feira, dia 18. O SINTEAM fez uma série de pedidos para melhorar tanto o ensino por parte dos professores quanto o aprendizado dos alunos, entre eles: apoio financeiro para aquisição de recursos tecnológicos (como telefones, chips de celular ou plano de internet) aos professores, pedagogos e a todos que estiverem diretamente envolvidos nas aulas em casa, a fim de otimizar as aulas à distância.

Quanto a isso, o secretário afirmou que estão em análise algumas ações. Uma delas é aporte financeiro da prefeitura de Manaus para a aquisição de equipamentos para os professores e também para os alunos. Ele também disse que está em análise um valor para custear a internet dos trabalhadores. Essas propostas serão encaminhadas à Câmara Municipal de Manaus até a semana que vem.

Entrega dos cartões Nossa Merenda
O SINTEAM também fez um apelo quanto à distribuição do cartão Nossa Merenda por parte dos servidores administrativos das escolas, pedindo que o cartão fosse entregue nas residências dos pais e responsáveis. O secretário disse que vai verificar a possibilidade.

ManausMed

A diretoria do sindicato também pediu celeridade nos trâmites com o novo contrato firmado com a ManausMed nos atendimentos de urgência e emergência, que estão suspensos desde o ano passado.

Pautas trabalhistas

Ao questionar o secretário sobre progressões, HTP na educação infantil, revisão do PCCR, ele alegou que a SEMED está engessada pela lei. “Vamos continuar insistindo não só nessas pautas, mas também na nossa data-base. O FUNDEB nesse ano de 2021 vai ampliar os recursos para pagamento dos profissionais do magistério e é preciso que esses sejam aplicados na valorização dos trabalhadores diretamente no salário, e não em pagamento de abono, que não atinge toda categoria e é feito pontualmente”, disse o diretor do SINTEAM, Cléber Ferreira.

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