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Programa Escola da Terra debate educação no campo

O Programa Escola da Terra (Faced/UFAM) realiza o 2º Seminário Educação do Campo e Escola da Terra no Contexto Amazônico que vai reunir centenas de educadores de municípios do Estado que passaram pelo curso de formação continuada de professores para que eles atendam às necessidades específicas das escolas da zona rural.

O Programa Escola da Terra: Curso de Aperfeiçoamento em Educação do Campo da Faculdade de Educação (Faced) da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) realiza o 2º Seminário Educação do Campo e Escola da Terra no Contexto Amazônico. O evento vai acontecer nos dias 25 e 26, deste mês, no auditório Rio Amazonas (Faculdade de Estudos Sociais – FES/UFAM), setor norte do Campus Universitário (UFAM), na av. General Rodrigo Octávio Jordão Ramos, Coroado I.

O seminário tem por objetivos discutir e socializar as experiências do Programa Escola da Terra e o debate sobre as políticas públicas da Educação do Campo no Amazonas. O evento vai reunir cerca de 200 professores de municípios do Amazonas, da UFAM e representantes de Semedes, Seduc e Ministério da Educação e Cultura (MEC).

O seminário vai ser um espaço para a avaliação do projeto executado pela Faced/UFAM em municípios do Amazonas em 2014. Além das barreiras geográficas (imensa dimensão territorial), uma das principais dificuldades para a educação na zona rural é a qualificação contínua de professores, sobretudo para atenderem ao sistema multisseriado (alunos de diferentes séries na mesma sala de aula). Daí a necessidade do debate e ampliação do programa para a mudança desta realidade.

A coordenadora do Programa, professora Arminda Mourão (Faced), explica que o evento busca socializar as experiências do percurso formativo desenvolvidas com aproximadamente 1.400 professores que atuam nas escolas multisseriadas nas comunidades de 18 municípios (Autazes; Boca do Acre; Borba; Caapiranga; Careiro da Várzea; Coari; Iranduba; Itacoatiara; Manacapuru; Manaus; Manicoré, Maraã, Maués, Nova Olinda do Norte, Novo Aripuanã, Parintins, Presidente Figueiredo e Tefé). “A educação de qualidade é um direito constitucional de todos os brasileiros. E, a UFAM está fazendo o seu dever para assegurar esse benefício às populações do campo que já enfrentam várias adversidades. Precisamos ultrapassar os muros do Campus (UFAM) para garantir cidadania e qualidade de vida à sociedade”, defende.

A coordenadora pedagógica Heloisa da Silva Borges (Faced) detalha que o seminário avalia o resultado e os avanços obtidos com a formação continuada que a UFAM está desenvolvendo com os professores do campo (zona rural) nos municípios do Estado. Ela destaca que são muitas as dificuldades a serem vencidas, sobretudo as barreiras geográficas que impõem até três dias ou mais de deslocamento dos educadores, o que faz do curso um desafio que está sendo vencido com repasse de recursos pelo Governo Federal (MEC), ações da UFAM, em parceria com a SEDUC/AM e colaboração das prefeituras.

O Escola da Terra é desenvolvido pela Faculdade de Educação que vem trabalhando com a Temática da Educação do Campo com a realização de pesquisas no Programa de Pós-Graduação nos Cursos de Mestrado e Doutorado em Educação e também vem acumulando experiência no Núcleo de Estudo Interdisciplinar e Relações de Gêneros do Amazonas (NEREIGAM), com a execução do Programa Escola da Terra, convênio UFAM/FNDE/MEC-Secadi, em parcerias com SEDUC/AM e Semedes, no ano de 2014.

O Programa é vinculado às políticas de governo federal que têm por objetivo promover a formação continuada de professores, para que eles atendam às necessidades específicas das escolas na zona rural. Assim, o Curso de Aperfeiçoamento em Educação do Campo (Pratica Pedagógica) foi realizado tendo como foco o ensino com pesquisa, utilizando os tempos: escola e comunidade, da Pedagogia da Alternância, durante a realização da formação.

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