Clássicos e estreias são os destaques desta semana no Cine Casarão (rua Barroso, 279, Centro). Os ingressos custam R$ 5 (meia) e R$ 10 (inteira) de quarta a domingo com sessão em vários horários.

Toda quarta-feira as sessões são dedicadas aos filmes clássicos. Nesta semana, às 15h, será exibido “Quem Tem Medo de Virginia Woolf?”, dirigido por Mike Nichols. Estrelado por Elizabeth Taylor, o filme conta a história de um professor universitário, vivido por Richard Burton, que juntamente com a sua esposa que é também filha do reitor, recebem no final da noite Nick (George Segal), um jovem professor, e Honey (Sandy Dennis), sua mulher. À medida que a noite avança, as confissões entre os quatro se tornam mais ácidas e a verdade se torna algo muito deprimente.

Já às 17h30, outro enredo com mais de 50 anos e sob a direção de Fred Zinnemann, “Matar ou morrer”, se tornou um dos clássicos do faroeste produzido nos Estados Unidos e será exibido no Cine Casarão com classificação etária a partir dos 12 anos.

A história é bem comum no velho oeste. No dia do seu casamento com a bela Amy (Grace Kelly), o xerife Will Kane (Gary Cooper) recebe a notícia de que o perigoso bandido, Frank Miller (Ian MacDonald), que ele capturou anos atrás, saiu da cadeia e agora está de volta em busca de vingança. Seus amigos aconselham-no a fugir, mas quando Kane resolve ficar e enfrentar Miller e seu bando, amedrontados, todos os habitantes da cidade se recusam a ajudá-lo.

Nacionais

“Estou Me Guardando para Quando o Carnaval Chegar”, do diretor Marcelo Gomes, faz um registro de Toritama, cidade do agreste pernambucano conhecida como a capital nacional do jeans. Lá, os habitantes abriram pequenas fábricas (chamadas de facções) e, assim, tornaram-se donos do próprio negócio.

O documentário brasileiro estará em cartaz nas sessões de quinta-feira (18) e de sexta-feira (19), às 18h30. A classificação é 10 anos e com duração de 1h25.

Já o filme “Divino Amor”, do pernambucano Gabriel Mascaro, não é indicado para menores de 18 anos, e é uma ficção futurista ambientada no Brasil de 2027. Na trama, Joana (Dira Paes) é uma burocrata evangélica que usa seu trabalho em um cartório para tentar impedir divórcios. O filme estará em exibição no sábado ganha sessão especial neste sábado (20), às 20h30.

Internacionais

“Maya” é um filme que conta a trajetória do jornalista francês Gabriel (Roman Kolinka) estava na Síria, exercendo seu trabalho de correspondente de guerra, quando foi capturado, junto com outros dois colegas ocidentais. O cativeiro durou quatro meses e é com o momento da volta para casa, após a libertação de Gabriel e mais um dos reféns, que Hansen-Love começa seu filme.

No hospital, ele é submetido a exames médicos e convidado a ter uma conversa com um psiquiatra, Gabriel ouve desse último que a experiência pela qual passou é transformadora. Como ele terá mudado é o que o longa procurar observar – não exatamente responder. Maya se divide em duas partes, com a personagem-título aparecendo apenas na segunda, quando Gabriel decide passar uma temporada na Índia, país em que viveu a infância e onde sua mãe continua radicada.

O drama “Maya” tem uma 1h45 de duração e censura de 12 anos. Ele está em cartaz na quinta-feira (18) às 20h30, sexta-feira às 16h, sábado às 18h30 e no domingo às 19h.

Em cartaz também “A Espiã Vermelha”, dirigido por Trevor Numm. Onde a atriz Judi Dench dá vida a Joan Stanley, uma caloura em Cambridge, no ano de 1938. Ao entrar na universidade ela se une a uma sociedade comunista estudantil, onde conhece o jovem alemão Leo Galinch e logo se apaixona por ele. Esse relacionamento faz com que ela passe a enxergar o mundo sob outra ótica e se envolva com atividades do Partido Comunista.

“A Espiã Vermelha” está em cartaz nas sessões de quinta-feira (18) às 16h, sexta-feira às 20h30, sábado às 16h e no domingo às 19h com censura de 14 anos.