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Projeto prevê Memorial da Segurança Pública

O presidente da Comissão dos Direitos Humanos da Câmara Municipal de Manaus (CMM), vereador Professor Samuel (PPS), protocolou o projeto de lei que prevê a criação do Memorial da Segurança Pública. A iniciativa tem por objetivo homenagear servidores mortos em serviço ou em razão deste, incluídos os policiais militares, bombeiros militares, policiais civis, agentes penitenciários, agentes rodoviários, agentes de trânsito e agentes socioeducativos.

A proposta prevê que o município instituirá o memorial por meio da Secretaria de Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh) em um lugar a ser definido. A secretaria terá a responsabilidade de atualizar, anualmente, em solenidade a ser realizada todo dia 21 de abril, o Dia do Policial Civil, Policial Militar, Profissionais de Segurança. Ainda segundo projeto, será dada ciência da solenidade aos familiares do servidor morto ou em razão do serviço

“Nosso projeto quer reverenciar a memória de servidores da segurança pública mortos durante o exercício da função para que eles não fiquem só figurando em estatísticas e sejam esquecidos pelo Poder Público. O memorial fará com que tanto a sociedade como os governos reflitam sobre meios de melhor proteger esses profissionais e a população em geral”, explicou o vereador Professor Samuel.

Homenagem

No dia 8 deste mês, a Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam) promoveu na Praia da Ponta Negra, Zona Oeste de Manaus, uma homenagem aos 22 policiais e bombeiros militares mortos durante o trabalho, ou dias de folga, entre 2013 e janeiro de 2015.

Durante a homenagem, 22 cruzes foram fincadas na areia da praia. O ato, de acordo com o presidente da APEAM, o soldado Gerson Feitosa, também serviu de alerta para que a sociedade e autoridades percebam a fragilidade que os profissionais da segurança pública estão expostos diariamente.

Essa foi a segunda vez que a APEAM realizou um ato para lembrar os policiais e bombeiros militares, que morreram em de coerência do serviço. Segundo o presidente da APEAM, “o silêncio das instituições militares estaduais diante das mortes, pode apontar a falta de interesse em divulgar fados assustadores”.

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