Sedecti apresenta Distrito de Desenvolvimento Regional Manacapuru e Iranduba para integrar projetos de Cidades Inteligentes

Projeto prevê geração de dez mil novos postos de trabalhos, diretos e indiretos, além da redução de 40% das emissões de poluentes oriundos da queima de madeira

A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (Sedecti), apresentou, na manhã desta segunda-feira (19/07), o projeto do Distrito de Desenvolvimento Regional Manacapuru e Iranduba, que irá compor a carteira de projetos do modelo de Cidades Inteligentes (Manacapuru).

Uma das propostas do Projeto, tem como objetivo disponibilizar o gás natural para ser utilizado como parte da matriz energética em substituição à queima de lenha vegetal e resíduos de madeira. Além de prever também o atendimento a outros setores, tais como: agroindústria, indústrias moveleiras, piscicultura e outras atividades internas da região.

O projeto foi apresentado pelo secretário executivo de Desenvolvimento Econômico, em exercício, da Sedecti, José Sandro Ribeiro, que ressaltou a previsão de geração de dez mil novos postos de trabalhos, diretos e indiretos, além da redução de 40% das emissões de poluentes oriundos da queima de madeira.

“Fizemos a apresentação para a Suframa, Sudam, CBA, Prefeitura de Manacapuru, dentre outras instituições, que ficaram interessados no projeto. A ideia do Governo do Amazonas com esse projeto é a interiorização do desenvolvimento, em parcerias com outros atores federais, municipais e privados, no intuito de impulsionar a economia na região”, enfatizou Ribeiro.

Além de impulsionar a economia local, segundo José Sandro, o Distrito de Desenvolvimento Regional Manacapuru e Iranduba também estima a melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Produto Interno Bruto (PIB) e do Índice de Vulnerabilidade Social (IVS).

A iniciativa faz parte da carteira de projetos do Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia (PRDA 2020/2023), que está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, ligada à Organização das Nações Unidas (ONU). O projeto também foi aprovado pela Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) e Ministério da Economia (ME).

FOTO: divulgação/Sedecti