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SENAI Amazonas qualifica pessoas com deficiência em várias ocupações

Parceria entre o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI Amazonas) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) resultou ontem (15) na certificação de 75 Pessoas Com Deficiência (PCD) em cursos de Qualificação Profissional, por meio do Programa SENAI de Ações Inclusivas (PSAI). A programação ocorreu no auditório Arivaldo Silveira Fontes, com a participação de gestores da instituição e da procuradora do MPT, Fabíola Salmito.

Os alunos se qualificaram nos cursos, iniciados em fevereiro, de Almoxarife de obras, Cadista para construção civil, Pintor de obras, Auxiliar de logística e Operador de microcomputador, áreas que, inclusive, de acordo com a procuradora, as empresas não contratam sob argumento de falta de profissionais capacitados para ocupar tais vagas.

“Nós PCDs queremos mostrar que somos capazes de ingressar e fazer a diferença neste mundo tão competitivo, alcançando voos mais altos”, disse o formando do curso de Almoxarife de Obras, Evenilson Paiva, ao agradecer ao SENAI e MPT pela oportunidade, pois viu com a realização do curso, uma porta aberta para o mercado de trabalho amplo e concorrido.

De acordo com a procuradora Fabíola Salmito, o SENAI e o MPT certificaram pessoas extremamente aptas a ingressarem no mercado de trabalho. “Nosso objetivo não é apenas a especialização, mas efetivamente a integração e a contratação dessas pessoas”, disse.

Salmito também sugeriu às empresas, que ainda não cumprem a cota, que procurem o SENAI e avaliem os currículos dos candidatos que mais se adequem ao seu perfil, independente da deficiência ou não, desde que haja contratação efetiva, não só para o cumprimento da cota, mas para a real integração da pessoa na sociedade como um todo.

Para a gerente geral de Educação Profissional do SENAI, Silvia Barros, a importância da parceria é mostrar para as indústrias que é possível, sim, qualificar as pessoas com deficiência e que essa é a hora de cumprir a lei. “O SENAI está aqui para ajudar as indústrias, nossos alunos são produtivos e darão resultados positivos para as indústrias”, disse Barros.

Foto: FIEAM

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