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Sepror debate cadeia da juta e da malva em reunião da Câmara Setorial das Fibras Naturais

No encontro on-line, secretário Petrucio Magalhães destacou necessidade de investimento em melhoramento genético e equipamentos de beneficiamento

A Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) participou hoje (11/05) da 27ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Política Agrícola (CNPA), realizada por meio de videoconferência com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, presidente do Conselho da Amazônia, também participou do evento.

O Mapa foi representado pelo presidente da Câmara Setorial de Fibras Naturais (CSFN), Wilson Andrade, e o titular da Sepror, Petrucio Magalhães Júnior, representou o Governo do Amazonas no evento, que comemorou os 10 anos de criação da CSFN.

Em sua fala sobre os desafios do Setor de Fibras Naturais da Amazônia diante das perspectivas da sustentabilidade, Petrucio Magalhães citou o apoio do governo Wilson Lima para esta cadeia produtiva.

“Podemos destacar o reforço das equipes técnicas de apoio à cultura, com a posse de 227 concursados do Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal do Estado do Amazonas (Idam)”, apontou o secretário, que assinalou ainda a necessidade de maior investimento em pesquisas no melhoramento genético de sementes e desenvolvimento de equipamentos para beneficiamento das fibras.

“Desde a produção de sementes para o cultivo até a comercialização dos produtos finais da juta e malva, esta cadeia produtiva precisa de uma política efetiva de expansão e de solução imediata para atender seus principais gargalos, que vão da oferta regular de sementes, hoje totalmente obtidas no estado do Pará, até quantidade e qualidade de sementes, e abastecimento no prazo que atenda o calendário agrícola do Amazonas”, enfatizou.

Petrucio ainda destacou que, nos últimos cinco anos, a cadeia produtiva das fibras vegetais comercializou cerca de R$ 65 milhões que foram revertidos na economia local, e que no mesmo período a indústria de fibras precisou importar da Índia cerca de R$ 120 milhões. “Esse dinheiro da importação poderia ser totalmente investido no Amazonas, garantindo mais emprego e melhorando a renda dos agricultores ribeirinhos do interior, pois mercado para fibra existe”.

Ainda pelo Amazonas, participaram da reunião o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Amazonas (Faea), Muni Lourenço; e a presidente da Cooperativa Agropecuária de Manacapuru (Coomapem), Eliana Medeiros, representando a OCB.

FOTO: Djalma Júnior

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