O deputado Serafim Corrêa (PSB), propôs, durante seu discurso na tribuna da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), na manhã desta quarta-feira (11), um diálogo entre os dirigentes do governo municipal, estadual e federal para tratar das questões de mobilidade urbana que afetam os amazonenses.

“Em posição de segundo mais idoso da Assembleia, os meus cabelos brancos e a até minha careca, proponha que aja o entendimento entre o Governo Municipal, os nossos deputados federais e senadores, além dos deputados estaduais, no sentido de todos darem as mãos e buscarem a solução da mobilidade”, propôs o deputado.

O parlamentar ainda reiterou que os recursos terão que vir do Governo Federal e que precisa haver uma interação maior para organizar os projetos, bem como protocolá-los.

“Com a minha experiência de ex-prefeito, isso demora no mínimo dois anos. Se até o final de 2016 nós conseguirmos ter esses projetos aprovados e o contrato assinado com a Caixa Econômica Federal terá sido uma vitória muito grande para o município de Manaus e para o Estado”, argumentou.

Serafim Correa ainda lembrou que foram disponibilizados R$800 milhões pelo Governo Federal para obras em mobilidade urbana em Manaus, dentro do programa Pró- Copa.

“Lá atrás, não houve entendimento entre Governo do Estado e Prefeitura de Manaus. O Governo do Estado, então tomou iniciativa de protocolar dois pedidos: um pedido de R$600 milhões para o monotrilho e um pedido de R$200 milhões para o Bus Rapid Transit (BRT), e anunciou que os recursos do BRT seriam emprestados para o governo, mas quem faria a obra seria a prefeitura. Depois, houve a mudança do governador e na sequencia houve a mudança do prefeito, e depois do governador de novo. Há uma briga dentro do Governo Federal porque há milhares de prefeituras querendo dinheiro”, disse.

“Eu tenho certeza de que brigar entre nós não vai aumentar um metro da mobilidade urbana de Manaus. Nós temos que nos entender. Nós temos que ver os caminhos e a clareza das dificuldades que estão colocadas e que precisam ser superadas na união de todos. Eu entendo que a mobilidade urbana está travada por conta de equívocos cometidos passado, mas não e hora de crucificar ninguém, mas sim avançar no diálogo e a elaboração dos projetos”, finalizou.

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