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Sinteam denuncia crianças sem máscara, salas sem ventilação, falta de água, álcool gel vencido nos primeiros dias de aula no Amazonas

Crianças sem máscara, estrutura das escolas sem ventilação, álcool em gel vencido, falta d’água, escola sem bebedouro, casos positivos de Covid-19 no interior, aglomeração em lancha na zona ribeirinha, escola chamando alunos independente de grupo A e B e alunos obrigados a irem às aulas presenciais. Esse foi o balanço de denúncias recebidas entre ontem e hoje pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas (Sinteam).

“As denúncias não param de chegar. Governo e Prefeitura pagam propaganda pra fingir que está tudo certo, mas não é o que está chegando até nós”, disse a presidente do sindicato, Ana Cristina Rodrigues.

1. Na Escola Municipal Professora Maria Leide Amorim, no bairro Lago Azul, salas de aula sem marcação nas carteiras, janelas travadas impedindo a renovação do ar e ar condicionado quebrado.

2. Na Escola Municipal Professora Terezinha Costa Coelho, no bairro Tarumã, os servidores receberam álcool em gel vencido desde novembro do ano passado, não tem água para lavar as mãos e nem no bebedouro.

3. Na zona ribeirinha de Manaus, a lancha paga pela Semed que transporta os professores é pequena. Só cabe cinco pessoas. Além de favorecer a aglomeração, ainda deixa os alunos de fora.

4. Na Escola Estadual Barão do Rio Branco, na rua Joaquim Nabuco, o gestor enviou comunicado no WhatsApp convocando todos os alunos para estarem na unidade, independentemente de serem do grupo A ou grupo B, indo contra o protocolo de saúde que dividiu as turmas em duas partes para evitar aglomeração.

5. Professores procuraram o sindicato ontem para dizer que havia alunos chegando na escola sem máscaras.
6. Em Envira, na escola Benedita Barbosa de Souza dois professores e outros três servidores testaram positivo para a Covid-19. A coordenaria não informa os demais trabalhadores e circula dentro da escola sem máscara.

7. Em Ipixuna, a FVS condenou as instalações da Escola Estadual Armando de Souza Mendes por falta de pias ou lavatórios na área externa da escola como também no próprio ambiente escolar. A equipe de fiscalização também encontrou salas de aula fechadas e sem entrada de ar, com janelas ‘embutidas’ tornando impossível que o ambiente se torne arejado e possa receber alunos e professores com segurança.

8. Primeira infecção após a primeira dose de vacina CONFIRMADA: vigia do turno matutino/ vespertino do Centro Educacional de Tempo Integral (Ceti) de Humaitá.

9. Seduc está encerrando os grupos de WhatsApp e obrigando alunos a irem para as aulas presenciais, sem dar a opção de manter o ensino remoto. O protocolo de saúde do ano passado dava a opção para a família escolher entre voltar ou permanecer online. Até o momento, não há outro protocolo divulgado.

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