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Suframa e Embrapa buscam recursos da Lei de Informática para inovação

Em uma iniciativa recente para alavancar o desenvolvimento tecnológico na região amazônica, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) discutiram a obtenção de recursos por meio da Lei de Informática.

O encontro, que aconteceu na sexta-feira (1º) na rodovia AM-010, foi liderado pelo superintendente da Suframa, Bosco Saraiva, e o chefe-geral da Embrapa na Amazônia, Everton Cordeiro. As discussões giraram em torno dos projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em andamento na Embrapa.

Dentre os projetos destacados, três chamam particularmente a atenção:

Produção automatizada de hortaliças através de viveiros equipados com sensores avançados.
Investigação de microorganismos que demonstram eficácia no controle de doenças que afetam animais, plantas e seres humanos.
Pesquisa focada na reciclagem de componentes poluidores presentes nos rios da região.
O compromisso culminou em uma visita às instalações do Laboratório de Biologia Molecular e Casa de Vegetação da Embrapa. Fundada em 1974, a Embrapa tem uma rica trajetória de pesquisas que se traduzem em desenvolvimento sustentável e oportunidades de emprego e renda, principalmente para a população do interior do Estado, conforme destacou Bosco Saraiva.

Com o objetivo de aprofundar o entendimento sobre a Lei de Informática, a Embrapa foi convidada a visitar a sede da Suframa. O Campo Experimental de Manaus, operado pela Embrapa, estende-se por 1,6 mil hectares e abriga 13 laboratórios especializados, que inclusive prestam serviços ao público externo.

A parceria entre Suframa e Embrapa tem potencial para promover avanços tecnológicos significativos para a região. Através do uso eficiente dos recursos da Lei de Informática, essas instituições podem fortalecer a pesquisa e a inovação na Amazônia, gerando benefícios sustentáveis para a população local e para o meio ambiente.

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