O ex-governador do Rio, Sérgio Cabral, foi preso preventivamente

O Ministério Público Federal solicitou ao Tribunal Regional da 2ª Região um aumento nas penas de Sérgio Cabral e outros 10 condenados pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa, presos na Operação Calicute, um desdobramento da Lava-Jato.

Atualmente, Cabral foi condenado a 45 anos e dois meses de prisão, além do pagamento de multa como pena. Mas, alguns agravantes que ainda serão considerados podem aumentar a pena. Ao todo, são 23 condutas de corrupção que podem agravar a pena do ex-governador.

Além do governado, a ex-primeira-dama Adriana Ancelmo também é réu no processo. No pedido, o MPF exige o aumento da pena por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, devolução dos valores desviados para que haja a progressão do regime fechado, pena por cada um dos crimes e não o conjunto deles e a possibilidade de prisão para os que estão respondendo em liberdade após decisão do TRF-2.

Nesta segunda, Cabral foi condenado a mais 14 anos e cinco meses de reclusão em novo julgamento, desta vez no desdobramento da Operação Eficiência. Se somadas, a pena de Cabral chega a quase 200 anos de reclusão.

Cabral é julgado por crimes de desvio e lavagem de dinheiro vindos das obras da Andrade Gutierrez e Carioca engenharia feitas no estado do Rio de Janeiro.

Reportagem, Raphael Costa

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