Em resposta ao ministro Luís Roberto Barroso, relator da prestação de contas da campanha de Bolsonaro no TSE, o Twitter encaminhou um ofício afirmando que os perfis do presidente eleito e de seu partido, o PSL, não pagaram por serviços de disseminação de mensagens na plataforma.

Na semana passada, Barroso determinou que a WhatsApp, Facebook, Twitter, Instagram e Google informassem se houve contratação de disparos em massa de conteúdo que favorecessem o militar reformado durante as eleições.

O Twitter foi o primeiro a atender a demanda. A empresa disse que, apesar de não permitir anúncios de campanha eleitoral no Brasil, fez uma checagem interna e “foi constatado que as contas verificadas do candidato Jair Messias Bolsonaro e do partido político Partido Social Liberal (PSL) não contrataram impulsionamento de qualquer conteúdo, seja este eleitoral ou não”.

Em sua decisão, o ministro Barroso determinou que as companhias descrevessem o nome, número do CPF ou CNPJ do eventual contratante. Além disso, pediu a data da contratação, tipo e valor do serviço adquirido. Até o fechamento desta matéria, as outras empresas ainda não tinham se manifestado.

Reportagem, Marquezan Araújo

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