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UNINORTE lança cartilha com ‘termômetro’ da violência contra a mulher

Material mostra como é a escalada da agressão doméstica e os principais canais de denúncia e acolhimento

Segundo o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a quantidade de denúncias de violência contra a mulher recebidas no canal 180 cresceu quase 40% em 2020. O aumento dos casos é atribuído ao distanciamento social necessário durante a pandemia, que obrigou as vítimas a conviverem ininterruptamente com seus agressores. Isoladas, essas mulheres acabam se tornando reféns, impossibilitadas até mesmo de fazer um boletim de ocorrência na delegacia.

Para ajudar quem presenciou ou sofreu um episódio de violência doméstica, a UNINORTE – Centro Universitário do Norte, mantido pelo grupo Ser Educacional, disponibilizou a cartilha ‘Não deixe a temperatura subir: termômetro de violência contra a mulher’. O material explica quais são os tipos de violência e como ela pode evoluir de ofensas e humilhações até agressões físicas, resultando até em feminicídio. O ‘termômetro’ da violência doméstica serve para alertar a vítima a buscar ajuda.

“Infelizmente, muitas mulheres vivem uma realidade de violência doméstica. Nosso objetivo é tornar acessível à população dados, informações e meios para que as vítimas saiam dessa situação e recuperem suas vidas longe da violência”, diz a coordenadora de Responsabilidade Social da UNINORTE, Gilmara Teles.

O guia também indica os principais canais onde a mulher pode encontrar apoio, como números de emergência, órgãos públicos e entidades sociais. Além disso, indica os serviços de Clínica de Psicologia e Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ) das instituições do grupo Ser no Brasil, onde a vítima encontra atendimento psicológico e jurídico gratuitos.

A cartilha é uma produção do Instituto Ser Educacional, braço do grupo Ser em projetos e ações de Responsabilidade Social. Para acessar o material, basta clicar aqui.

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