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Uso de balde como incubadora improvisada é investigado pela Susam

Após denúncia sobre o uso de balde como incubadora improvisada em Lábrea, a Susam – Secretaria de Saúde do Amazonas – abriu sindicância, nesta terça-feira (13), para apurar o que aconteceu no caso que levou um bebê à morte.

O recém-nascido morreu no Hospital Regional de Lábrea, no último fim de semana, após esperar mais de 24 horas em uma incubadora improvisada. O bebê, que nasceu com problemas cardíacos, aguardava a remoção para Manaus por meio de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) aérea. Enquanto a aeronave não chegava, profissionais da saúde improvisaram a incubadora.

Veja parte da nota da Susam:

“A direção do Hospital Regional de Lábrea instaurou um processo de sindicância nesta terça-feira (13/03). Nos próximos dias, serão iniciadas as oitivas com todas as partes envolvidas. Em seguida, serão realizadas as análises documentais. O procedimento tem, inicialmente, validade de 30 dias. Existe, no entanto, possibilidade de prorrogação conforme a necessidade e sem prazo máximo para conclusão”.

Sobre à falta de incubadora na unidade, que levou ao improviso da equipe com o balde, a Susam informou que já existe um processo tramitando para compra do aparelho. O Governo do Amazonas, que assumiu em outubro, diz que está tentando organizar a saúde pública do Amazonas, que foi abandonada pelos últimos governantes. Para quem não lembra, o último deles, o ex-governador cassado José Melo, está preso no Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM) por envolvimento em desvios da saúde do Estado – que desencadeou a Operação Maus Caminhos.

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