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Varejo deve fechar 2019 com crescimento de 4,6%

Estimativa da CNC para o varejo ampliado foi feita a partir dos dados de setembro da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (13/11) pelo IBGE. Em 2020, varejo ampliado deverá registrar aumento no volume de vendas de 5,3%

O comércio deverá registrar um aumento de 4,6% no volume de vendas em 2019 (varejo ampliado), segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No varejo restrito (que exclui o ramo automotivo e de materiais de construção), a alta deverá alcançar 1,8%. As projeções também são positivas para 2020. No ano que vem, o varejo ampliado deverá elevar as vendas em 5,3%, enquanto o varejo restrito deverá avançar 2,3%.

Embora os dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) de setembro, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), confirmem a recuperação gradual do varejo, acompanhando a reação da atividade econômica após o período de recessão, o economista da CNC Fabio Bentes observa que o nível atual de vendas ainda se encontra 2,4% abaixo de dezembro de 2014 e 8,0% aquém do pico histórico das vendas alcançado em agosto de 2012, nível que deverá ser alcançado somente em 2021.

De acordo com a PMC de setembro, o faturamento real dos dez segmentos que compõem o chamado comércio varejista ampliado apresentou alta de 0,9% na comparação com o mês anterior, já descontados os efeitos sazonais. Portanto, esse foi o melhor resultado para um mês de setembro do varejo ampliado desde 2014 (+1,1%).

No conceito restrito, a variação ante agosto (+0,7%) foi a maior desde 2009 (+1,1%). Bentes lembra que esses resultados positivos coincidem com o início do calendário de saques dos abonos do PIS/PASEP e, também, com a Semana do Brasil – evento criado neste ano para estimular promoções no comércio varejista.

Segmentos

Os destaques no mês de setembro ficaram por conta dos segmentos de móveis e eletrodomésticos (+5,2%) – maior alta para meses de setembro da série histórica iniciada em 2001 – e de vestuário, calçados e acessórios, cujo avanço (+3,7%) foi o maior desde 2008 (+3,7%). Dos dez segmentos pesquisados, apenas as lojas especializadas na venda de materiais de escritório, informática e comunicação apresentaram recuo (-2,0%).

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