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Vendas do comércio amazonense de janeiro de 2020 crescem 1,9%

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A Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada nesta terça-feira (24) pelo IBGE, mostra que, em janeiro de 2020, o volume de vendas do varejo amazonense sofreu variação positiva (1,9%) frente a dezembro de 2019, na série com ajuste sazonal. No entanto, na comparação com janeiro de 2019, o comércio varejista no Amazonas cresceu 10,5%. No acumulado dos últimos 12 meses, o setor apresentou crescimento de 9,0% em relação ao mesmo período anterior.

Comparação com as outras Unidades da Federação

A variação de 1,9% do volume de vendas de janeiro de 2020, na comparação com dezembro de 2019, no Amazonas, foi o quarto melhor desempenho, junto com Mato Grosso do Sul, entre as 27 Unidades da Federação. As maiores altas ocorreram em Rondônia (5,2%), Roraima (3,4%) e Acre (3.2%). Já Amapá (-10,4%), Bahia (-6,95%) e Tocantins (-5,6%) figuraram como os Estados com as maiores quedas no volume de vendas do mês.

A variação de 10,5% do volume de vendas de janeiro de 2020, na comparação com janeiro de 2019, levou o comércio amazonense ao melhor desempenho entre as 27 Unidades da Federação. As maiores variações acumuladas de 12 meses ocorreram no Amazonas (10,5%), na Paraíba (8,1%) e Pará (7,8%). Os piores desempenhos foram o do Ceará (-2,1%), Minas Gerais (-1,9%) e Rio Grande do Norte (-1,8%).

Receita Nominal

Em janeiro de 2020, a receita nominal de vendas, que em seu cálculo não considera a inflação do período, aumentou 2,7% frente a dezembro de 2019, na série com ajuste sazonal. No entanto, na comparação com janeiro do ano anterior, a receita do comércio varejista no Amazonas apresentou crescimento expressivo, alcançando 18,9%. No acumulado dos últimos 12 meses, a receita cresceu (12,5%) em relação ao mesmo período anterior.

Comparação com as outras Unidades da Federação

O índice de 2,7% no resultado da receita nominal das vendas do mês de janeiro de 2020, em comparação com dezembro de 2019, levou o setor varejista do Amazonas ao terceiro melhor resultado dentre as 27 Unidades da Federação. As maiores altas ocorreram em Rondônia (4,1%), Acre (3,2%) e Amazonas (2,7%). As maiores baixas foram na Bahia (-6,3%), Tocantins (-4,4%) e Santa Catarina (-3,5%).

O resultado de 18,9% de índice de receita nominal, na variação acumulada do ano, levou o setor varejista do Amazonas a alcançar a primeira posição entre as 27 Unidades da Federação. Os melhores resultados foram: no Amazonas (18,9%), no Pará (13,5%) e em Tocantins (12,0%); os piores ocorreram: em Minas Gerais (2,1%), Ceará (2,2%) e Sergipe (2,6%).

Comércio Varejista Ampliado

O volume de vendas do comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, apresentou variação de 2,0% em janeiro de 2020, frente ao mês anterior. Na comparação com janeiro do ano de 2019, o volume de vendas cresceu 9,9%. Já a variação acumulada dos últimos 12 meses registrou resultado de 7,0%, em relação ao mesmo período anterior.

A variação percentual, que compara o volume de vendas do mês atual com o mês anterior, de 2,0% obtida no mês de janeiro colocou o comércio varejista ampliado do Amazonas na sétima posição entre as outras Unidades da Federação. Os melhores desempenhos foram: em Rondônia (3,7%), Roraima (3,2%) e Goiás (3,1%). Os piores desempenhos foram: no Amapá (-6,6%), Bahia (-6,6%), e Tocantins (-2,5%).

Receita nominal de vendas no comércio ampliado

Em janeiro de 2020, a receita nominal do comércio varejista ampliado amazonense apresentou aumento de 0,8%, frente a dezembro de 2019, na série com ajuste sazonal. Mas, na comparação com o mesmo mês do ano anterior receita do comércio varejista ampliado no Amazonas cresceu 15,7%, e na variação acumulada dos últimos 12 meses, o setor apresentou crescimento de 10,5%, em relação ao mesmo período anterior.

A variação percentual, que compara a receita nominal de vendas do comércio varejista ampliado de janeiro de 2020 com dezembro de 2019, de 0,8%, colocou o comércio varejista do Amazonas em uma posição intermediária em relação às outras Unidades da Federação. Os melhores desempenhos foram: em Rondônia (4,3%), Roraima (3,3%) e Ceará (3,0%). Os piores desempenhos foram: na Bahia (-6,5%), Amapá (-5,6%), e Tocantins (-3,5%).

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