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Vereador de Manaus defende presença da Bíblia nas bibliotecas públicas e nas escolas do Amazonas

Durante Tribuna Popular proposta pelo vereador Professor Samuel em razão da Semana Municipal da Valorização da Bíblia, o vereador Raiff Matos (DC) questionou a decisão da maioria dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que se posicionou contra a lei do Amazonas que obriga escolas e bibliotecas públicas a terem um exemplar da Bíblia, fato noticiado com destaque pela imprensa nacional.

“A Bíblia tem um conteúdo histórico, geográfico, antropológico e cultural que não pode ficar de fora das escolas e das bibliotecas em razão de um preconceito religioso. Avalio que o posicionamento do STF está equivocado porque a Bíblia não é apenas um livro religioso”, afirmou o vereador Raiff Matos. O vereador lembrou que a Bíblia é o livro mais lido e vendido no mundo, ocupando o primeiro lugar do ranking há mais de 50 anos, segundo a Sociedade Bíblica Brasileira.

Estima-se que mais de 3,9 bilhões de exemplares tenham sido vendidos no mundo. “Deixar de usar a Bíblia para estimular o conhecimento por simples preconceito é um grande equívoco. Além disso, a Bíblia e seus princípios são base para muitas leis no mundo, oferecendo ensinamentos úteis para uma convivência harmoniosa em sociedade”, acrescentou.

Para os ministros do STF, a norma da lei amazonense viola a laicidade do estado e a liberdade religiosa. O vereador Raiff Matos enfatiza que o estado deve ser laico, mas não laicista. O estado laico é aquele que não adota uma religião oficial, não existindo envolvimento entre os assuntos de estado e fé. Entretanto, para o vereador, o fato de o estado não ter uma religião oficial não o caracteriza de estado antirreligioso.

“O laicismo caracteriza-se pelo estado com uma postura de intolerância religiosa. Enquanto o estado laico defende a livre expressão religiosa, o laicismo tenta a todo custo calar a boca dos religiosos. Os juízes do Supremo parecem reforçar a ideia de instalação de um estado antirreligioso, talvez até ateu”, afirmou o vereador.

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