Amazonas Notícias
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A Secretaria Municipal de Produção em conjunto com a coordenadoria de Vigilância Sanitária vai lançar a campanha contra o abate e comercio clandestino de carne bovina neste dia 19, quinta-feira, às 16 horas, no auditório do Centro do Idoso, anexo ao Centro de Saúde Francisco Galiane. A campanha tem como objetivo mostrar aos donos de açougues, criadores de gados e a população em geral que a venda de carne clandestina é um problema de saúde pública. O evento contará com a participação de órgãos fiscalizadores como a Agência de Defesa Agropecuária e Florestal do Amazonas (Adaf), Ministério da Agricultura e policias Militar e Civil.

A coordenadora da Vigilância Sanitária de Parintins, Juliana Castro, explica que a campanha será uma ferramenta para alertar a população sobre os agravos que o consumo de carne clandestina pode resultar. “Vamos esclarecer a todos os presentes no evento que o consumo de carne que não recebeu uma inspeção oficial pode acarretar riscos a saúde da população com aquisição de doenças, infecções alimentares, brucelose, tuberculose, pois são bactérias que podem está na carne do animal” destacou.

Juliana ainda ressaltou que será enfatizado no evento a proibição do comercio de carne clandestina dentro de açougues e supermercados e que a Vigilância Sanitária fará seu papel enquanto órgão fiscalizador. “Estaremos normatizando como irá funcionar esse fluxo de entrada de carne dentro dos açougues pra que toda a carne que vai ser comercializada esteja certificada de que passou por um processo de inspeção, seja municipal, estadual ou federal”, disse.

Para o secretário de produção, Samarone Moura, a campanha é uma iniciativa pioneira no município que poderá resolver o problema de comercio de carne clandestina. “A taxa do serviço de inspeção custa um preço bastante acessível comparado ao valor cobrado antes, quando o matadouro pertencia a uma empresa privada. Então, nosso objetivo com a campanha é justamente mostrar as vantagens de um animal passar pela inspeção com médicos e pessoas capacitadas para isso”, explicou o secretário.

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